R$ 476 mil de retorno com Taxa Variável de Nitrogênio

O desafio

A propriedade já realizava investimentos em fertilização, porém o manejo era conduzido de forma uniforme, sem considerar a variabilidade existente entre os ambientes produtivos.

Além disso, havia um histórico de:

  • Alto investimento em Potássio;
  • Baixo investimento em Fósforo;
  • Aplicações de calcário realizadas em média a cada três anos;
  • Desconfiança em relação ao uso da Taxa Variável de Nitrogênio.

O diagnóstico

As análises realizadas pela Drakkar identificaram:

  • Deficiência de Fósforo (P);
  • Deficiência de Potássio (K);
  • Deficiência de Enxofre (S).

A partir dessas informações foi elaborado um plano de manejo com correções nutricionais e utilização de Agricultura de Precisão para direcionar melhor os investimentos.

A estratégia adotada

ara comprovar o potencial da Taxa Variável de Nitrogênio, foram selecionados três talhões:

Taxa Variável (TV)

  • L08 – Açude Grande
  • L12 – Guarita

Taxa Fixa (Testemunha)

  • L09 – Ataides

Todos receberam o mesmo manejo nutricional, variando apenas a estratégia de aplicação do Nitrogênio.

Resultados de produtividade

Os talhões conduzidos com Taxa Variável apresentaram desempenho superior:

TalhãoManejoProdutividade
Açude GrandeTaxa Variável199 sc/ha
AtaidesTaxa Fixa183 sc/ha
GuaritaTaxa Variável

193 sc/ha

Os resultados demonstraram ganhos consistentes de produtividade quando comparados ao manejo convencional.

Resultado financeiro

A adoção da Taxa Variável de Nitrogênio gerou:

R$ 476.882,00 de incremento em renda

Sendo:

  • R$ 412.832,00 no talhão Açude Grande;
  • R$ 64.050,00 no talhão Guarita.
Case de Agricultura de Precisão da Drakkar mostrando ganho de +14,8 sc/ha, ROI de 105% e R$ 476 mil de retorno em uma safra com manejo em taxa variável.